quinta-feira, 21 de março de 2013

Viagem de Ônibus de São Paulo á Santiago do Chile


VIAGEM DE ONIBUS DE SÃO PAULO À SANTIAGO DO CHILE

Finalmente chegou o dia tão esperado, material organizado, mochilas carregadas e uma vontade imensa de iniciar nossa jornada Iniciamos nosso caminho dia 08 de março quando tomamos o ônibus para São Paulo, chegamos na maior cidade do Brasil e seguimos para o maior centro comercial do país, onde compramos nossa câmera fotográfica uma Nikon P510, presente do meu querido irmão Clayton, que escolheu com muito cuidado o modelo que seria ideal para nossa viagem, passamos o final de semana em Juquitiba, no Santuário de Harmonização Planetária, nossa provável futura residência, participamos de um maravilhoso curso de culinária viva ministrado pela minha querida irmã Juliana mais conhecida pelo seu nome espiritual Madhurya Prema, 



na segunda feira dia 11/03/13 às 13h30minhs iniciamos a tão esperada viagem de ônibus de São Paulo à Santiago, seriam 54hs, mas foram 59h...



Existem duas companhias que fazem o trajeto Brasil/Chile: Pluma e Chile bus, escolhemos a Pluma, pois o site da Chile bus não funciona e necessitávamos comprar as passagem com antecedência para garantir um assento longe do banheiro, ambas oferecem ar condicionado, calafetação, cobertores, travesseiros, TV e assentos semi-leito, a diferença é que a Pluma inicia a viagem do Rio de Janeiro e tem mais paradas  decorrer do trajeto, enquanto a Chile bus é mais rápida.
Iniciamos muito mal a viagem, o ônibus que tomamos na rodoviária era muito velho, sujo e não tinha ar condicionado, reclamei muito com a comissária da Pluma e depois de um tempo ela disse que o ônibus seria trocado no pátio da empresa, fiquei extremamente decepcionada e confesso que a credibilidade da empresa se foi naquele momento, mesmo tendo trocado o ônibus, que era bom, mas nada do que eu imaginava que fosse pela duração da viagem, principalmente o banheiro que tinha o assento levantado e travado, era necessário pegar um papel e segurá-lo para podermos usá-lo.

Ônibus trocado, saímos com um 1 hora de atraso de São Paulo (logo que saímos da região metropolitana) já bateu um soninho, mas segurei um pouco para poder apreciar a “paisagem na janela” já que estávamos na rota do litoral sul e cercados de vegetação da mata atlântica, muito bonito de se contemplar, mas logo não agüentei e capotei... ás 17hs acordamos no Posto Graal da cidade de Registro-SP, nossa primeira parada que deveria ser de 15 minutos foram 30, como não sabíamos ao certo onde o ônibus pararia, aproveitamos para lanchar, pois os petiscos estavam muito atrativos (particularmente para nós que somos vegetarianos havia bastante opções). Continuamos a viagem, agora acordada, e observamos que a maioria dos passageiros eram Chilenos, o perfil é dividido igualmente entre Chilenos que moram no Brasil e Chilenos que vem visitar o Brasil, também encontramos uma Brasileira que vive no Chile há 10 anos, um Brasileiro que vive no Chile há 11 anos e uma Brasileira que acompanhava o namorado Chileno. O primeiro dia de viagem, poucos conversam, mas com o decorrer do tempo foram se formando grupos de bate papo. A viagem se seguiu e ao escurecer já estava dormindo novamente, acordei na cidade de Curitiba-PR onde novos passageiros ingressaram, houve troca de motorista e entrada do comissário de bordo (engraçado, mas os ônibus Chilenos sempre têm comissários) que nos acompanharia durante a viagem. A passagem por Curitiba foi demorada com várias paradas, na garagem e outros dois locais que não sei identificar, continuamos a viagem e o ônibus parou novamente cerca das 23hs na cidade de Garuva-SC, no posto Merlo, era parada para jantar, como já havíamos lanchado estávamos sem fome, ainda bem, tudo que estava sendo servido estava pingando gordura e tinha carne, o aspecto era horrível... enfim, impossível de se comer, o Ricardo não resistiu um cafezinho que estava muuuuuito doce... retornamos ao ônibus e fomos informados pelo comissário que a próxima parada seria somente pela manhã, me ajeitei para o sono da noite. Dormi bem, porém acordando a cada parada, sempre muitas... paramos para pegar passageiros em Comburiú-SC, Florianópolis-SC e Torres-RS, o sono foi até tranquilo, somente às 5hs ouvi um ronco ensurdecedor que vinha de duas poltronas a frente da nossa... como já havia dormido bem nem liguei, coloquei uma musica relaxante e curti o sol nascer nos Pampas. As 8hs eu estava faminta, não levamos lanche, pois fui informada das paradas e que a empresa fornecia quatro lanches durante a viagem, mas até então nada. Às 8:40 hs chegamos à Rodoviária de Porto Alegre-RS 






O comissário informou que teríamos 15 minutos para usar o banheiro, desci e enfrentamos uma fila no toalete, quando conseguimos sair o comissário já chamava para retornar, pois estávamos atrasados. Falei que iria tomar café e uma passageira disse que era servido no ônibus, e foi mesmo, 15 minutos depois recebemos um pacotinho de bolacha doce, muito gostosa, mas muito pequeno e um copo de café solúvel horrível, mais fraco que chá e mais doce que rapadura... só víamos as caretas de quem tomava... estava muito ruim. Depois de servido o café o comissário tomou a frente e começou a falar sobre como seria a viagem, falava espanhol em uma velocidade próxima ao carro do Airton Senna, não entendia quase nada, não falamos nada de espanhol, mas sempre dá para entender um pouco. Pedi a ele que falasse mais devagar, e ele continuo do mesmo jeito rs. Entre as informações recebemos a notícia que estragou e bagunçou todos nossos planos:
_“Devido à reforma da estrada dos Caracóis (que liga Mendonça/Chile) não seria possível chegar em Santiago no dia previsto (dia 13/03 às 19hs), pois às 17hs o ingresso no sentido Mendonça/Santiago seria fechado, retomando apenas no dia 14 após as 07hs.
Todos passageiros reclamaram quando ele disse que estávamos muito atrasados e nada poderia ser feito e que a chance de chegarmos a tempo eram remotas. Fiquei muito desesperada, pois já havia reservado e pago um hotel em Santiago. Havíamos feito toda uma programação, teríamos que comprar material de camping em Santiago na quinta de manhã (dia 14) e estavam nos esperando na Ekachkra de Catemu. Fiquei muito brava, mas o comissário disse que a empresa não tinha culpa da estrada estar em reforma, e pensei comigo, de quem era a culpa do atraso, já que a houve mil paradas durante a noite e a troca de ônibus em São Paulo? Consegui linha no celular e liguei para minha irmã Blandina, dei a ela o telefone do site Hotel.com e pedi que mudasse a reserva, como não havia vaga para o próximo dia, ela cancelou e não perdemos o dinheiro. Fiquei um pouco mais tranqüila. 




A viagem se seguiu e paramos para almoço às 13:30 em São Gabriel-RS, no Posto  Paradouro, aproveitei a parada para tomar um belo banho (3 reais), pois o banheiro era limpinho e fiquei com medo da fila na parada oficial do banho. Ainda bem que me banhei, pois descobri que não havia parada para banho, só os Brasileiros do ônibus se banharam. Logo após fui almoçar, o local era simplesmente terrível, comida horrível, cara e claro, no Rio Grande do Sul, tudo tem carne. Almoçamos praticamente arroz e batata frita correndo porque como fui tomar banho atrasei o almoço.
Seguimos nosso caminho e a paisagem agora era o pampa gaúcho, achei engraçado, pois havia muitas plantações de bananas, campos de arroz e pequenos lagos no trajeto. O pessoal já estava bastante próximo, conversamos bastante. Li e fiz palavras cruzadas, cochilei, e o tempo até que passa bastante rápido, muito diferente do que esperava. Chegamos na cidade de Uruguaiana-RS (fronteira com Argentina). Às 18hs houve uma parada para limpeza do ônibus (exigência para ingresso na Argentina), Ricardo foi correndo tomar banho, já que não havia outras paradas e eu fui comprar comida, pois passamos fome no ônibus. Após atravessarmos a ponte do rio Uruguai que separa as cidades de Uruguaiana e Paso de los Libres, chegamos ao território Argentino. Foi muito tranqüilo o ingresso ao país, recolhem nossos documentos juntamente com formulário de imigração e não é nem necessário descer do ônibus, não há vistoria em bagagem. O processo durou 30 minutos, 





já cruzada a fronteira, o ônibus parou para abastecer (mais barato que o Brasil-claro!!) e alguns passageiros desceram para comprar comida, pois durante a noite não haveriam paradas. Logo que saímos, foi servido novamente uma bolachinha e um “cháfé”. Seguimos viagem em território argentino, como estava escuro não pude observar o caminho. As  22hs foi nos servido empadas chilenas, são como os pastéis assados do Brasil, não comemos pois eram de frango. Logo depois do lanche, o comissário passou fechando as cortinas e as luzes se apagaram, nos acomodamos e adormecemos. Algum tempo depois acordei com uma lanterna no rosto, eram policiais Argentinos que vasculhavam o ônibus, mas foi super tranquilo, tinham a cara bem feia, mas não mexeram em nada. Depois da revista foi impossível dormir, o ronco do chileno à nossa frente estremecia o ônibus inteiro, foi horrível, dessa vez fiquei muito mal humorada, já o Ricardo ficou de boa e logo dormiu novamente. Tive que colocar o som no ouvido e alto, porque baixo não abafava o ronco, consegui dormir mesmo apenas depois das 07hs quando o colega acordou...

Às 8:50hs paramos em Rio Curto(ARG), para escovar os dentes, estava um gelo lá fora, muito frio e ventava muito, foi uma parada rápida e logo voltamos ao ônibus, onde foi servido o café da manhã, bolachinha e “chafé”. Já acordados, os passageiros conversavam muito: estavam todos em casa! Conversei bastante com uma Brasileira que vive em Valparaíso(CHI) e um casal de Chileno e Brasileira que estavam do nosso lado, falávamos sobre os costumes do país, e pudemos perceber que o Chile não é nada bom como pensávamos: não há nada gratuito no país, a educação é caríssima e a saúde também é particular, cara e muito ruim! Então pensei: tantos Brasileiros reclamando... Enquanto isso, Ricardo observava a paisagem, que se mesclava entre uma vegetação parecida com o cerrado Brasileiro e algumas plantações de uva.





 . No caminho também encontramos pequenas cidades muito charmosas. Às 13:30hs chegamos à Mendonça, foi uma parada rápida de 15 minutos e o comissário nos informou que se fossemos rápidos chegaríamos à tempo de descer a passar na barreira chilena, fiquei com um baita frio na barriga: e agora??? Já havíamos cancelado a reserva, será que conseguiríamos vaga no mesmo hotel??? Ao descermos do ônibus, consegui comprar batatas fritas com moeda brasileira, porém o troco foi em pesos argentinos. Continuamos a viagem e logo entramos no caminho mais esperado da viagem: a passagem pela Cordilheira dos Andes.





Uma imensa cadeia de montanhas surgia à nossa frente, porém o tempo estava fechado e nublado, pensei comigo: pobre não tem vez mesmo! Mas São Pedro foi muito camarada e logo o tempo se abriu nos permitindo a observar cada detalhe da “coluna vertebral” da América do Sul (a mais extensa do mundo) Ricardo ficou fascinado, acho que tirou umas 500 fotografias no total, 










recebemos o formulário de declaração, onde deveríamos responder se tivermos levando produtos de origem animal e/ou vegetal, eletrônicos novos e embalados e mais de 10.000 dólares (resumindo). No país é proibido produtos não industrializados de origem animal e vegetal como frutas, queijos, yorgutes etc. Logo o pessoal começou a comer os sanduíches e frutas que tinham na bagagem, pois se a alfândega pegasse, a multa é alta e dá a maior dor de cabeça. Há 3 horas de Mendonça, existe um pequeno povoado em que o ônibus parou para trocar de motorista (passageiros me disseram que a troca é por um motorista mais experiente devido a estrada do Caracol). Entre Mendonça e Santiago existem varias pistas de esqui, incluindo a “Portilho” e entrada para o “Parque Nacional do Aconcágua”.




É possível avistá-lo da estrada quando o tempo está claro, conseguimos avistar só uma pontinha...




Chegamos na divisa da Argentina com Chile às 18h hs e, diferentemente da Argentina, todos tem que descer com os documentos e formulário de imigração. Passamos pela polícia federal e depois a bagagem de mão foi colocada em uma mesa grande e um agente passa olhando de alguns, enquanto a bagagem passa no raio-x. A mochila do Ricardo foi barrada e ele precisou acompanhar a policial na revista, que vasculhou um compartimento e logo mandou fechar. A bagagem de mão também passou pelo raio x e o ônibus foi vasculhado enquanto estávamos fora, todo o processo durou quase 2 horas.




Iniciamos a descida da estrada do caracol, como a fotografia mostra. É um enorme caracol, totalizando 23 curvas, uma mais perigosa que a outra, dá o maior medo rs.







Quando terminou a descida, o ônibus ficou parado na estrada um bom tempo, até que perguntamos o que havia acontecido e fomos informados que havia um acidente na pista. Tinha uma fila gigantesca de carros a nossa frente, o tempo foi passando e nada de andarmos. Ficamos 2hs e meia parados, e eu já desesperada pois não encontraríamos hotel em Santiago e teríamos que ficar na rodoviária. Eliana, a brasileira que conversamos, ouviu e perguntou ao passageiro (Allan) ao lado de seu esposo se ele conhecia hotel em Santiago, pois o mesmo morava lá, ele respondeu que sim e que seu irmão iria buscá-lo na rodoviária e poderia nos levar até um hotel. Ficamos muito aliviados com ajuda e consegui até respirar depois que falamos com ele...
Chegamos em Santiago a meia noite, descemos do ônibus e Allan pediu que esperássemos ali. Logo seu irmão Herlon chegou com um amigo e se mostrou muito prestativo conosco, só então descobrimos que eram brasileiros que moravam em Santiago à 11 anos. Ele nos ajudou a levar as malas até o carro, e nos levou ao primeiro hotel, que estava lotado. Percorremos alguns hotéis próximos e todos estavam lotados. Allan ligou no Hostel Luna Calypso local que ficamos hospedados em 2011 quando estivemos no Chile, e também estava lotado. Fomos ao Hostel Florestal, local que havia feito reserva, na esperança de não terem preenchido, lotado. Passamos em mais dois hotéis próximo e o único que havia vagas era muito caro, não dava para pagarmos, voltamos ao carro, agradeci Herlon e abusando de sua boa vontade pedi que nos levasse a rodoviária pois esperaríamos o dia nascer lá mesmo, já que eram 1:30 da manhã. Ele relutou e ofereceu para dormirmos no sofá de seu apartamento, dissemos que não precisava já havíamos incomodado muito, ele continuou insistindo mas estava muito envergonhada em aceitar, pois éramos estranhos e ele já havia nos ajudado tanto. Paramos em mais dois hotéis, também lotados. Allan nos disse que foi informado que seria muito difícil encontrar vaga em Santiago naquela noite. Herlon insistiu novamente para que ficássemos em seu apartamento. Ele ofereceu com tanta sinceridade e boa vontade, (estava claro que ele não queria que ficássemos na rodoviária), aceitamos o convite e ele nos levou a sua casa. Fomos muito bem recebidos, ele mora com dois amigos Chilenos super bacanas: o Maurício e o Wladimir nos receberam igualmente bem, parecia que estávamos entre amigos de muitos anos. Ficamos conversando um pouco, nos banhamos e Herlon preparou o sofá para dormirmos. Como já eram mais de 2 da manhã foram dormir. Eu e Ricardo ficamos muito bem instalados na casa dos compatriotas, e conversamos um pouco antes de adormecer pois ainda não acreditávamos o quanto fomos abençoados por ter encontrado pessoas tão boas logo no primeiro dia de nossa estada. Estávamos muito agradecidos e felizes por estar perto de pessoas com caráter tão nobre. Dormimos muito bem, sofá muito macio, um sono muito tranquilo e satisfatório. Acordamos as 7hs e esperamos os anfitriões acordarem, agradecemos muito a ajuda e tiramos um foto com os novos amigos, rolou até uma brincadeirinha do Ricardo : _ “Um corintiano nos salvou”  e nós como São Paulinos nunca mais poderemos falar mal de corintiano!!! Não bastasse toda ajuda que prestaram ainda nos levaram ao metrô, onde nos despedimos e desejamos muitas bênçãos e alegria aos dois. É impossível definir em palavras a gratidão que sentimos por esses nobres brasileiros.




Retornamos à rodoviária e deixamos nossas mochilas. Pegamos novamente o metrô para chegarmos ao “Shopping Sport Mall” (especializado em material de trekking) para comprarmos nossa barraca e sacos de dormir. Havia pesquisado muito sobre como chegar ao Shopping, e não consegui nenhuma informação, quem tem boca vai a Roma e nós conseguimos chegar ao Shopping por transporte coletivo. É necessário pegar o metro até a estação “Manquehue”, lá se pega o ônibus “C01” que te deixa na porta do Shopping. Na volta é o trajeto é o mesmo, se atravessa a “Av Los Condes” e pega o “C01” no sentido inverso até a estação de metrô. Compramos nosso material na “Andesgear” e retornamos a rodoviária para pegar o ônibus para Catemu... cujo detalhes postaremos outro dia pois a internet aqui é escassa.




Resumindo, a viagem não foi cansativa! Inicialmente achei que seria muito ruim, mas não foi! Contudo, a “Viação Pluma” não correspondeu minhas expectativas e os passageiros disseram que Chile Bus é melhor. Não sei, mas nosso ônibus estava com TV quebrada, o serviço de bordo foi muito ruim, os travesseiros e cobertores cheiravam mal, o banheiro estava muito sujo. Porém, valeu a experiência de cruzar dois países, conhecer pessoas diferentes, mas não faria essa viagem novamente, 1 vez é suficiente.
Muito obrigada Herlon e Allan, por ter nos ajudado, desejamos de coração muita felicidade aos dois...
HARIBOLLLL!!!





7 comentários:

Holofote com Dina Sousa disse...

Eita que essa viagem foi longaaaa..r.s..
Mas a narrativa está ótima.
Parabéns por vcs terem tido a coragem e ido em frente. Que a partir de hoje sua viagem seja muitooo melhor e proveitosa.
Sorte, Amor, Saúde.

Eliza Inez disse...

Esta sendo Dina, obrigada e desejo o mesmo a você!!!

Laudicéia Paulino disse...

MENINA... QUE AVENTURA... A NATUREZA DE DEUS É INFINITA...LINDO PARABÉNS

Eliza Inez disse...

Foi só o começo Laudicéia, semana que vem tem mais post... abraços

Josimara Neves disse...

Cocozete!!! Que lindo!!!!
Estou feliz pelo sua felicidade!!! Que esse diário lhe reserve muitas surpresas boas!!!
Estou torcendo por vocês...Vá em busca do essencial!!! Saudades!!Bjim
Não esquece da minha pedra, hein? s

Anônimo disse...

Vcs conseguiriam aproximar qto foi o gasto total? Estou pensando em fazer a mesma aventura! Rsrs

Eliza Inez disse...

Vc quer saber o gasto do mochilao de 1 ano?? ate o momento gastamos aproximadamente 22 mil reais para os dois e estamos 5 meses viajando