sexta-feira, 26 de abril de 2013

DESPEDIDA DE CATEMU, MARCHA EM PROL DA ÁGUA E CHEGADA À CHILLÁN

DESPEDIDA DE CATEMU, MARCHA EM PROL DA ÁGUA E CHEGADA À CHILLÁN

Estações bem marcadas é isso os Chilenos nos dizem de seu país, e pudemos presenciar um outono digno de desenho animado, folhas caindo das árvores todos os dias, muita folha, um clima seco e árido, sol forte, noites frias e manhãs geladas, impossível sair da cama... Viver esse mês em Catemu nos fez vivenciar rotinas muito distintas, em um cenário nada comum para nós.


 Acordávamos às 08hs horário que o sol nascia, dormíamos as 23hs, com muitos cobertores, café da manhã às 09hs, almoço às 14h30min, as vezes às 15h30min, jantar às 20hs, demorou um tempo para acostumarmos com esses horários tão distintos, mas sempre havia uma fruta para colher na finca quando a fome batia, ora figos, ora maças verde, ou nozes... a alimentação é muito saudável, pela manhã, pão integral, aveia com castanhas, frutas, leite e chá. Almoço: Arroz integral, verduras e legumes abundantes, algumas vezes feijão, outras lentilha, tortas, sopas, tudo muito gostoso. Jantar: Algumas vezes sopa, outras como um lanche com pão integral, bolo, geléias... Vontade comer algo??? Claro, um pão de queijo quentinho que só minha mãe sabe fazer... como no Chile não há polvilho, vou ter que esperar ainda um bom tempo, Ricardo ainda não teve nenhum desejo rs.
As caminhadas e os passeios de fim de tarde, eram cercados de uma paisagem nada convencional para nós, ruas cercadas de árvores gigantes, casas pequenas, aconchegantes, feitas em madeira... As grandes montanhas da Cordilheira nos acompanhava em qualquer que fosse nosso destino, e o terreno sempre plano, como se fosse um grande tabuleiro rodeado por montanhas. Os animais estavam por todo lado, cavalos, cabras, cachorros (muitos cães) e algumas ovelhas. 









Pico Aconcágua visto da Finca



Os amigos que deixamos, esses irão fazer muita falta nessa nova etapa, foi difícil associar a idéia de sair da Ekachakra, faltavam alguns dias e já estávamos tristes, já estávamos acostumados com o lugar, as rotinas, as aulas de yoga, as conversas... no início, ninguém nos entendia, pudera, não falávamos 1 só palavra em espanhol, agora conseguimos dizer algumas e enrolamos muito bem no “Portunhol” conseguimos até contar algumas piadas, e eu já consigo entender uma criança chorando e falando em espanhol rs...







O aprendizado, esse sim foi a recompensa que levaremos adiante, Ricardo arrasou em tudo que fez, mandou muito bem na Horta orgânica, que estava horrível quando chegamos aqui, agora está super linda, limpa e organizada,






 ele também aprendeu sobre construção em barro, pequenos concertos, mosaico e até alguma coisa de cozinha... eu me desenvolvi bastante no violão, consegui cifrar minha primeira música, e como fiquei bastante na cozinha, aprendi várias receitas vegetarianas deliciosas, alfajores, empanadas, pão de chunho... enfim, muitas coisas gostosas. Aprendemos também sobre a vida em coletividade, vivenciamos uma comunidade onde o famoso lema dos três mosqueteiros se aplica muito bem: “Um por todos e todos por um” e essa riqueza levaremos conosco no entardecer dos nossos anos...
Saudades???
Sim, muitas, da família, meus pais, irmãos, sobrinhas tios, amigos, da comida, de nossa casa, do trabalho... gosto muito de minha profissão, o propósito principal desta viagem é adquirir conhecimentos para uma nova vida, mas não quero nunca abandonar a enfermagem, se existe alguma coisa que gosto de fazer e faço bem é o meu trabalho, cozinhar também rs... 
            Os últimos dias na finca foram tristes, nossos amigos falavam para ficarmos mais tempo, nosso coração também estava se quebrando por deixar os laços que criamos neste local tão harmonioso, onde vivem pessoas tão nobres... No domingo tivemos o dia livre, sacamos as últimas fotografias, conversamos com amigos, lavamos toda nossa roupa e deixamos tudo pronto. Na segunda feira sairíamos às 6 da manhã rumo a Santiago, onde participaríamos da Marcha em prol da água do Chile, nesta marcha iríamos encontrar os devotos e nos despedir.
Depois tomaríamos um ônibus à meia noite e meia para Chillán, uma cidade ao sul do Chile, que fica na Região das Araucárias, Patagônia norte. Ficaremos hospedados 3 semanas mais precisamente em nevados de Chillán, a 1 hora da cidade, em um hotel na montanha, chamado Alquimia Sur, este local tem muita neve no inverno e ao redor muitos centros de eski.

         





No domingo à noite durante o jantar, último dia na finca, Prema nos levou um livro de visitantes e nos pediu para deixarmos uma mensagem:
Carta de Eliza à ekachakra
Estar na ekachakra foi o primeiro passo de uma linda jornada que inicio em minha vida, uma jornada à caminho do "Amor Supremo", do desapego e da desentoxicação de uma sociedade capitalista.
Estar aqui esses dias, fez com que tivesse a certeza que escolhi o caminho certo. Por ser o primeiro local que estive nesta viagem que irá durar 1 ano, passei por algumas dificuldades e muitas vezes quis partir, mas a energia de um lugar sagrado foi mais forte que o orgulho de uma mulher que quer encontrar o verdadeiro significado da vida. Os dias foram se tornando mais leves, bons e lindos. Adorei o tempo que passei aqui, obrigado à todos pelos ensinamentos, carinho e paciência, espero um dia voltar mais segura de meus sentimentos e uma pessoa melhor do que sou hoje.
Carta de Ricardo à ekachakra (um lindo poema do meu escritor predileto)
À toda ekachakra veio por meio desta lhes dizer:
Aprendi à preparar a terra
Aprendi à plantar flores
Aprendi à me alimentar melhor, comendo vegetais que abominava
Aprendi à tomar banho frio
Aprendi à cavar a horta
Aprendi à natureza dos animais
Aprendi à trabalhar o barro
Aprendi à respirar
Aprendi à me alongar
Mas acima de tudo aprendi a compartilhar, obrigado à todos que me fizeram crescer, saibam que levo uma semente de vocês em meu coração, vibrações positivas. Haribol
Depois que escrevemos, foi para o quarto dormir e Ricardo me chamou porque Leandro, um grande amigo que fizemos aqui e vive em Mendonça – Argentina, havia feito um poema para nós, ele leu, e uma lágrima brotou de meu rosto, foi o maior presente que recebi nos últimos tempos, fiquei muito alegre e pude crer que a felicidade está nas pequenas coisas da vida, muito obrigada Leandro!!! Amamos te conhecer;
Poema
Em La finca de los encouentros, donde em mi mente quedará, La presencia de dos personas que jamás He de olvidar, ellas son muy divertidas y trasmiten La bondad, juegan com los corazones Del que quiere su amistad. Esta vale mas que el oro, mas que el viento, mas que el mar... Le agradezco su compañia, su alegria y su humildad, valorsble porque ES pura, Bells, grande y de verdad, van sembrando La semilla que se llama felicidade.
Com mucho sriño: Leandro 21/04/13




Na segunda feira dia 22 de abril, 0 celular tocou às 04h35min, coloquei no soneca e logo despertei para o banho, nos arrumamos rápido, e às 05h15min já estávamos prontos. Fiz um café para nós e como Prema não aparecia fui chamá-la às 05h45min, saímos em cima da hora 06h05min e logo que chegamos saímos. A viagem foi tranqüila, estava frio mas nos agasalhamos bem, chegamos à Santiago e quase fico no ônibus, pois fui ao banheiro e ele saiu andando enquanto ainda estava lá. Deixamos tudo no guarda volumes e fomos comprar nosso café da manhã, logo Gabriel e Davi chegaram , pegamos o metrô para o templo Hari Krishna, voltamos à estação central e pegamos um taxi e só então chegamos ao local onde estavam os devotos reunidos (como diz Davi, a organização Hare Krishna não é nada organizada).
Haviam vários pontos de onde sairiam a marcha espalhados pelo centro de Santiago, e todos iriam se encontrar na Plaza La Moneda às 12hs. Nesta marcha mais de uma centena de organizações ambientalistas, comunidades sociais e indígenas do norte, centro e sul do Chile, em Santiago convergem em um grande comício para sensibilizar o público sobre a situação de emergência enfrentada pelos diferentes setores do país pela crise da água. Uma chamada para o público a participar neste 22 de abril para março de Carnaval "para a recuperação e proteção da água" , realizou mais de 100 representantes de organizações ambientalistas, comunidades sociais e indígenas no norte, centro e sul do Chile, com A fim de sensibilizar o público nacional e internacional sobre a grave situação que enfrentam diferentes territórios por causa da crise da água.
O Código de 1981 Água transformou os recursos hídricos de propriedade privada, dando ao Estado a autoridade para conceder direitos de uso da água para a perpetuidade livre e privado, e permitiu que esses direitos poderiam ser comprados, vendidos ou arrendados, sem levar em usar prioridades consideração.
Ricardo estava muito feliz, tirou muitas fotografias, pulou muito, fiquei muito feliz por ele, gostei bastante também, porém fui fulminada por uma dor de cabeça que atrapalhou meu desempenho durante o percurso, e me deixou de mal humor...









Depois que chegamos na Plaza, ficamos um tempo e logo nos despedimos de todos, comemos um hambúrguer de soja e seguimos à Quilicura, tomamos um metrô e 2 ônibus para chegar lá: Metrô Vespúcio Norte, tomar bus B-13; B-16 ou B:18, tomamos o B-13, mas ele não nos levou direto, descemos em um ponto e tomamos o B-12 que nos deixou próximo. O Motorista do primeiro ônibus que tomamos era muito engraçado, percebeu que éramos brasileiros e puxou o maior papo, falamos de futebol e ele até tirou um sarro no nosso time: _ Torcem para o São Paulo??? Ele foi desclassificado da Libertadores não????  e deu alguns risos irônicos, respondemos de pronto: Nãoooooo
Quilicura é como uma cidade da grande Santiago, o trecho possui vários Outlet, ou seja, conjuntos de lojas, cada prédio com um tipo de equipamentos, fomos ao Outlet Quilicura  que vendia roupas, havia muita variedade, porém somente roupas de marca: Levis, Lacoste, Adidas etc. bons preços, mas ainda altos para meu bolso... às jaquetas para frio variavam de 60 à 250 mil pesos chilenos 260 à 1100 reais, encontrei uma muito boa, por 30 mil pesos ( +ou- 140 reais), mas foi a única, Ricardo não quis comprar, disse que já estava bastante prevenido para o frio.... Pegamos um ônibus de volta ao Terminal Vespúcio Norte, dessa vez direto, o B-05, estava muito lotado e já estávamos exaustos... Chegamos à estação Central às 18h30min e compramos mais alguns equipamentos de frio, como segunda pele e cachecol, comemos um pizza deliciosa e fomos ao Shopping para descansar um pouco na praça de alimentação. Aproveitei e mandei um email para Chillán, pois mudamos a data de chegada e não avisamos nada há eles. Fomos à rodoviária às 22hs e já estava morta de cansada, ficamos na internet até as 23h30min e responderam do hotel dizendo que só estariam na cabana à tarde e deixaram um número de telefone, logo depois retiramos nossa bagagem para esperar o ônibus... Neste dia meus sentimentos foram uma mescla de mau humor, felicidade, insegurança e muuuuito cansaço!!!

Às 05h30min em ponto do dia 23 de abril, chegamos em Chillán, estava muito frio eu estava muito cansada, não havia dormido nada no ônibus porque um cavalheiro à minha frente e um atrás, roncavam o bastante para não permitir meu sono.




Descemos nossas malas e Ricardo foi ao banheiro, deitei 30 minutos em cima da mochila e cochilei um pouco, mas naquela posição era impossível dormir. A programação era esperar que o dia se clareasse mais e ligar para o telefone que deixaram em meu email, mas não havia telefone público na Rodoviária e a Lan House que também faz ligações telefônicas só abriu as 10h30min, eu já estava aflita e havia andado de um lado para o outro muitas vezes, liguei para o número 4 vezes e nada, às 11hs enviei um email dizendo se poderíamos esperar no hotel, aguardei resposta até às 12hs e nada, meu coração já estava saltitando e fui ao banheiro 6 vezes, um tremendo prejuízo porque no Chile os banheiros são pagos, como 1.50 cada vez hehehehehe.
Ricardo estava tranquilo e insistiu comigo para esperarmos até que ele atendesse o telefone, mas eu, claro desesperada não pude esperar. Resolvemos tomar um táxi até a estação de ônibus rural, porque já estava sem paciência para pegar ônibus, resolvemos nos dar este presente... chegamos na estação, tomamos o ônibus para Las Trancas e logo partimos para Cruce de Sangri-lá, viemos super contentes porque já estávamos à caminho e tudo daria certo, cochilei durante o trajeto que duraria 1 hora e meia, e Ricardo ficou apreciando a paisagem que se tornava cada vez mais bela. Muito distinta de Catemu, possui muitas montanhas, mas são cobertas de árvores muito altas e farta vegetação, cânions também se encontrava no caminho e alguns picos nevados. A vegetação estava um pouco seca, porque ainda não começou a estação de chuvas.

Conforme combinado, na Cruce de Sangri-lá, o motorista parou o ônibus e nos indicou o caminho, fiquei desesperada porque não via o hotel e não havia placas do mesmo, deixamos a bagagem no chão e fui atrás de pessoas para pegar informações, encontramos um casal que descia a estrada e nos informou que era só seguir sempre reto a 3 km, quase morri quando ele nos falou isso, estávamos com mais ou menos 23 kg de bagagem cada um, respiramos e seguimos a subida,



parávamos a cada 500 metros e pedíamos força à Deus para continuar, a paisagem era fantásticas, arvores muito lindas, uma bela e alta montanha nevada ao fundo, e durante o percurso encontramos uma fonte que brotava do chão, claro que tomamos uma agüinha e enchemos o cantil, reunimos mais forças e finalmente chegamos em Alquimia Sur que estava fechado e sem ninguém, 




bom, já sabíamos que iriam chegar à tarde, mas depois de 3 horas de espera o frio começou a apertar e comecei a ficar desesperada... o que vamos fazer se não aparecerem, pedir para dormir em alguma das cabanas que encontramos no caminho???? O frio aqui é menor que 0° durante a madrugada... será que se armássemos uma barraca iríamos conseguir suportar o frio??? E onde armar a barraca, o terreno era todo cheio de pedras e íngreme... às 17h15min o sol se escondeu atrás da montanha, e um frio surgiu como num passe de mágica, tirei algumas roupas de minha mochila e me agasalhei bastante, e o frio de minha barriga era tão forte que congelava minhas entranhas, Ricardo sugeriu que esperássemos até as 19hs e se ninguém aparecesse procuraríamos um local para acampar, às 18hs resolvi ir a procura de alguém que pudesse me emprestar um telefone para tentar ligar novamente e falar com o responsável pelo hotel, e eu nem sabia o nome dele, pois em seus emails ele não assinava. Ricardo ficou com o equipamento e desci, logo abaixo encontrei uma cabana, entrei e gritei Olá, e ninguém me respondia, escutava um barulho e entrei, percebi então que estava sendo construída e não havia ninguém, o barulho que ouvia era de um cano de água, contornei a casa à procura de uma porta ou janela aberta, então encontrei uma grande porta de vidro, dessas de correr e tentei abrir, estava destrancada, entrei na casa e havia dois sofás velhos... Voltei e chamei Ricardo, disse que nossos problemas já haviam sido resolvidos, tinha encontrado um lugar para dormir, ele ficou receoso, mas concordou em fazê-lo e sair bem cedo para não corrermos o risco de sermos pegos.






Mesmo estando mais tranqüila resolvi continuar a procurar por um telefone, porque Ricardo não queria que dormíssemos naquela cabana, andei um bocado e não encontrei ninguém, só então percebi o quão longo foi o nosso caminho até aqui... depois de caminhar cerca de 1 km e meio e gritar em todas as cabanas que encontrava (e eram muitas), decidi voltar, comecei a subir a estrada e mesmo sem peso o caminho era puxado, fiquei orgulhosa do casal mochileiro, caminhamos 3 km de subida com uma carga muiiiito pesada.
Depois de 15 minutos, ouvi algumas vozes e encontrei um grupo de senhoras de 3° idade caminhando em uma propriedade ao lado, não hesitei, pulei a cerca e falei: _Por Favor, preciso de uma ajuda, expliquei a elas e pedi um telefone, uma delas me emprestou e liguei para o número que havia recebido por email, rezando para que dessa vez tivesse sucesso... e obtive, um homem atendeu o telefone e enrolei um portunhol básico, ele me perguntou onde eu estava, disse que em sua cabana, e ele me falou que chegava em 1 hora, a felicidade foi tão grande que nem agradeci direito as senhoras, voltei correndo para contar para Ricardo, que já estava descendo a estrada à minha procura... Ficamos esperando  em um frio de congelar o ar que respirávamos, mas meu pensamento só dizia, este lugar valeu todo o sacrifício, é simplesmente fantástico...
 Ficamos abraçados e enrolados no saco de dormir. Em um momento, passou um carro que estava indo em direção à cidade, um casal, um americano e uma chilena que vive em Concepcion,  pararam para perguntar se estava tudo bem, ficaram preocupados conosco porque nos viram subir com as mochilas e ainda estávamos ali, o americano perguntou se estávamos bem e nos ofereceu algo para comer, um cereal, respondi na maior cara dura: Bueno, Ricardo disse que fui muito cara de pau rsrsrs. 
Logo chegou uma camionete e ficamos muito felizes, entramos e conhecemos a cabana principal tomando um delicioso chá. Siam trabalha com várias terapias naturais, constelações familiares (um tipo de terapia que pesquisa gerações familiares), musica para relaxamento, e muitas outras.  Ficamos conversando por bastante tempo, falamos de natureza, sustentabilidade, capitalismo, vegetarianismo, alimentação viva, saúde, enfim, um “papo cabeça”. Foi muito bom conversar com pessoas que partilham as mesmas idéias que as nossas, fiquei muito feliz e minha expectativa em relação à nossa estadia é das melhores...Estava também Mariana, uma mexicana que trabalha com ele há algum tempo, pois Siam realiza palestras, seminários e muitos cursos no México.  Depois da conversa ele nos levou ao local que vamos ficar, localizado em baixo da casa, o local de hospedagem é como uma mine casa, tem dois quartos pequenos, um banheiro e uma mine cozinha, só havia um problema, os quartos possuíam uma só cama de solteiro e não havia como transferir uma cama para outro quarto, como uma delas é bem maior que uma cama de solteiro comum decidimos dormir nela. Organizamos nossas coisas e tomamos um belo e quente banho, logo estávamos grudados em baixo dos cobertores e dormindo...














Siam vai fazer uma viagem domingo dia 28 e voltará somente em 10 dias, e como usamos internet pelo bluetooth de seu celular, vamos ficar desconectados somente eu e Ricardo sozinhos em uma cabana nas montanhas... que ruim...


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