domingo, 8 de setembro de 2013

Copacabana, Ilha do Sol e Puno (Ilhas dos Uros)

Exaustos depois de fazer o caminho El Choro, tivemos uma noite de reis, comida quente e fresca e um quarto quente para dormir...
Ainda estávamos em Coróico e regressaríamos à La Paz, acordamos 6:30, levantamos e ajeitamos nossas mochilas, seguimos ao terminal de ônibus e compramos nossas passagens, conseguimos ficar na frente com o motorista, porque Ricardo sofreu muito na viagem anterior com as pernas... esperamos quase 1 hora para encher, quando estava cheio subimos na vam para seguir nossa viagem.
Assim que o motorista ligou o carro, ele disse que iríamos passar pelo caminho antigo, pois o novo estava fechado, pois haviam homens trabalhando...
Quando ele disse isso meu coração já disparou e falei: _ Não vou seguir viagem, pode parar que vou descer... ele que estava do meu lado foi muito tranquilo e disse, se acalme que você está comigo, sou bom condutor e o caminho é tranquilo e muito bonito, qualquer coisa você segura forte no seu esposo...
Me desesperei, iríamos passar pela tão famosa “Estrada de La muerte” a estrada mais perigosa do mundo... Bom, não havia o que fazer, coloquei uma música e tentei relaxar...
Descemos a estrada de Coróico e seguimos em um caminho diferente, o início da estrada estava tranquilo, parecia as estradas da região de Coróico, como a que leva à Finca, eram curtas mas ainda havia espaço, a paisagem eram linda, a selva ao lado e haviam até condores voando.



Passamos por 3 cachoeiras pelo caminho e eu já estava tranqüila, soltei a mão de Ricardo e peguei a câmera fotográfica, uns 30 minutos a estrada começou a ficar mais perigosa,  em um exato minuto que viramos uma curva, o caminho ficou mais estreito e o abismo mais próximo e fundo, meu coração voltou a palpitar, e o medo consumiu minha mente, neste mesmo minuto, escutei no meu fone de ouvido:
_“onde há dúvida, que eu leve a fé”
Começou a tocar a oração de São Francisco, me emocionei, Deus me enviou uma linda mensagem, tive fé e fiquei mais tranqüila...



Logo depois passamos por uma cascata que molhou toda a vam, parecia chuva, e ali haviam muitas cruzes e capelinhas para os mortos, e a cada curva eram 6, 7, 8 cruzes...
O nome estrada da morte realmente faz jus ao nome, pois morreram muitas pessoas ali... seguimos nosso caminho e 1 hora e meia depois entramos no asfalto, o condutor olhou para mim e disse: Pode ficar mais calma agora, eu dei uma risadinha e agradeci, Ricardo aproveitou e puxou uma salva de palmas...
Chegamos em La Paz meio dia, antes de tirar a mala eu parei um taxi que nos levou ao hotel Magestic, havia ligado pela manhã e feito uma reserva, fizemos nosso chec-kin e saímos direto para almoçar, eu estava morrendo de fome e queria comer uma comida gostosa e com muita salada...



La Paz foi nossa casa por 5 dias antes que seguíssemos para Copacabana, compramos uma passagem em ônibus turístico que nos buscaria às 7hs da manhã no hotel (muito chique).
Às 7:50 o ônibus chegou e quando saímos, vi alguns carros e ônibus com neve no teto, fiquei curiosa para saber onde estava nevando e descobrimos que na parte alta da cidade nevou, fiquei ansiosa e com expectativa de ver nevar, já que passaríamos pela parte alta para ir à Copacabana.
Enquanto o ônibus subia, começamos ver a neve e foi aumentando pouco a pouco até a paisagem ficar coberta de gelo, eu fiquei eufórica, já que foi a primeira vez que víamos uma cidade coberta pela neve, sempre a vimos em montanhas...



Paramos em um posto e comprei um yogurt, quando abri estava ruim e Ricardo viu que estava vencido, devolvi e peguei o dinheiro de volta. Seguimos mais uma hora pelo caminho nevado e logo vimos as primeiras imagens do lago Titicaca, era incrivelmente lindo, a neve já havia acabado e a paisagem era de montanhas nevados ao fundo do lago e cidades margeando o lago...
Paramos em San Pablo, onde pagamos 2 bolivianos e tomamos uma lancha para atravessar um braço do Titicaca, não é possível passar na balsa junto com o ônibus...



Do outro lado, estava a cidade de San Pedro de Tiquina, estava acontecendo um Festival para o dia do adulto maior e deu tempo para tirar umas fotos, comprei um pastel com recheio de batata e ovo cozinho e quando mordi vi um pedaço de frango, ainda bem que não cheguei a comê-lo, fiquei brava e troquei na hora.




Chegamos em Copacabana às 12hs e deixei as malas com Ricardo para procurar um Hostel, aqui os preços eram muito melhores que La Paz, encontrei o “Hostel Olas del Titicaca” por 80 bolivianos um quarto matrimonial com banheiro privado, TV,  internet e café da manhã, resolvemos ficar com ele.
Deixamos nossas malas e fomos dar uma olhada nos passeios. Todas as agências fazem os mesmo tipo de passeios: - Saída às 08:30 da manhã, parte Norte e Sul da Ilha do sol: Chega às 10:30 na parte norte e faz uma parada de 3 horas, às 13:30 todos retornam ao barco e rumam à zona sul da ilha, chegando às 14hs e retornando à Copacabana às 15:30 – esse passeio de 1 dia custa 35 bolivianos. Ou então se pode comprar somente uma passagem de ida, que para a Zona norte custa 25 bolivianos e para Zona sul 20 bolivianos, a volta se compra diretamente na ilha. Os horários de saída de Copacabana são às 08:30 e 13:30. Volta zona Sul: 10:30 e 16hs e Zona norte: 13:30.



Quando descemos a rua principal, demos uma olhada nos preços dos artesanatos, algumas coisas estavam bem mais barato que La Paz, compramos gorro, luvas e outras coisinhas, a lojinha mais barata é a primeira do lado esquerdo da rua de uma senhorinha...
Enquanto caminhávamos decidimos comprar um ticket para parte norte, dormir lá uma noite e caminhar à parte sul no dia seguinte. Seguimos caminhando na cidade e passamos na catedral que é muito linda.



Fomos para o Hotel descansar e depois resolvemos subir o calvário para ver o entardecer. O caminho é muito íngreme e cansativo, a sujeira estava por todo lado, e era muita...
Ficamos sentamos em uma pedra vendo o sol se pôr, foi lindo, mas sinceramente não valeu a pena, pois o lugar é muito sujo...




No dia seguinte levantamos cedo e Ricke não estava muito bem, sentia dores na barriga e teve um “Piriri” (claro que foi o danado do pastel).
Chegamos super cedo no porto, às 8hs e entramos no barco para garantir o melhor lugar, tiramos umas fotos e logo foram chegando mais gente, mas não encheu muito...




Saímos às 08:40, o dia estava muito lindo, sol e céu aberto, o lago estava calmo, muito diferente das ondas de ontem... Escolhemos um lugar dentro do barco, estava muito frio fora com o vento...



A viagem dura 2 horas até a parte norte, onde chegamos às 10:30 e decidimos ficar em um hostel indicado pelo motorista do barco, o preço foi de 20 bolivianos por pessoa, quarto privado, com banheiro compartido, limpinho, mas as camas eram horríveis...



Seguimos um guia que nos recebeu, não há custos, somente pedem uma gorjeta no final do tour. Passamos na bilheteria e pagamos o ingresso às ruínas que era de 10 bolivianos, eu comprei um sanduíche vegetarianos e seguimos ao pequeno museu que existe no povoado, depois seguimos o grupo e passamos por uma bela praia onde iniciamos uma subidinha.



Ricardo não estava passando bem, então não conseguimos seguir muito bem o grupo, em um certo ponto, desistimos de seguir o guia, pois ele estava andando muito rápido e quando chegávamos ele já havia acabado a explicação,  devido à altitude foi difícil acompanhar esse ritmo na subida...





 Seguimos à um mirador e ficamos um tempo contemplando maravilhosa paisagem do local, o vento era frio, mas delicioso...



Nos encantamos com a beleza do lago, haviam praias desertas abaixo e as cores de eram verdes esmeralda, fascinante...



Depois de uns 40 minutos, seguimos ao sítio arqueológico, onde se encontra a mesa de oferendas (onde sacrificavam crianças e virgens), a hoca sagrada e Labirinto de Chinkana, e avistamos também algumas terraças Incas.





Nos aventuramos pelo labirinto e



 depois resolvemos subir um cerro que estava à frente, demorou um pouco porque sentimos falta de ar, Ricardo principalmente... no topo, nos ajeitamos e deitamos por mais de 1 hora, sentimos muita paz e tranqüilidade neste local, e ficamos alucinados com a paisagem à frente...




Na volta paramos para comprar algo para comer, eu comi um sanduíche de ovo e Ricardo uma maça, ele já estava um pouco sonolento, pois dei a ele um dramim para náuseas.
Chegamos no vilarejo às 15hs e ele deitou um pouco, às 17hs saímos a procura de comida e não encontramos nada, nos disseram que às 19hs os restaurantes abririam, comprei umas bananas e mexerica, às 19hs saímos a procura de comida, estava MUITO FRIO, entramos no primeiro restaurante que encontramos e perguntei se havia macarrão vegetariano que estava no menu, a resposta foi não, havia dois casais comento truta... perguntei se havia omelete do menu, resposta NÃO, Arroz com batata frita e tomate?? NÃO, não temos arroz... eu me estressei, parecia que não queriam vender comida para nós... saímos desesperados de fome na escuridão do vilarejo, perguntei para umas pessoas se havia algum lugar para comer e nos disseram que virando a rua havia um restaurante aberto... entramos e havia um casal olhando o menu, perguntei  para a menina que estava ali o que havia para comer, ela disse que tudo que estava no menu, escolhemos omelete de queijo e de legumes, que viria acompanhado de batata frita e legumes.
Eram 19:15 quando fizemos o pedido, a garota estava sozinha e logo entram mais ou menos 10 pessoas, fiquei morrendo de pena da garota... Enquanto esperávamos beliscamos um amendoim que levei e uma hora depois chegou um prato com um omelete gigante, cheio de batata frita, vagem e cenoura cozidos... valeu a pena esperar, estava delicioso, comemos e fomos dormir em seguida...

 Apesar das péssimas condições da cama (Ricardo ficou afundado no meio de um buraco em sua cama, que parecia de hospital, dormimos bem, nos preparamos e fomos tomar café da manhã



Iniciamos a trilha que liga a parte Norte e Sul da Ilha pouco mais de 8horas, subimos a trilha Inca, e como de costume, o caminho era feito por pedras.
A trilha é de montanha e não tem muita vegetação, mas muito linda, é possível ver os dois lados do lago da trilha...



Seguimos o caminho muito tranqüilos, caminhando devagar e parando bastante para contemplar o Titicaca.



No meio da trilha existe uma portaria onde cobram 15 bolivianos para a travessia. 



Chegamos à parte sul às 11hs, foram mais ou menos 11 km percorridos e 3 horas de caminhada, 




encontramos um lindo hotel no caminho e ficamos tentados à pernoitar na parte sul que possui uma ótima estrutura para receber turistas, muito diferente da parte norte...



Sentamos em um restaurante que tem a vista para o lago e pedimos nosso almoço enquanto pensávamos no que fazer... Ricardo almoçou espaguetti e eu omelete com arroz e batata frita...



Optamos por fazer um descanso naquele paraíso e pagamos 160 bolivianos por um belo quarto com vista para o lago.



Deixamos nossas mochilas e caminhamos até o templo do sol, que estava muito distante do hotel e rendeu uma bela caminhada de volta...



Lá pagamos 5 bolivianos e ficamos pouco tempo para conhecer o templo que é menor que o labirinto.




Chegando no hotel, tomamos um banho e fomos desfrutar aquela visão do paraíso tomando um chá quente e ouvindo música brasileira, bateu até uma nostalgia em Ricardo que sentiu saudades do Brasil.




À noite fomos ao mesmo restaurante que almoçamos e comemos uma pizza, que não estava lá essas coisas, mas matou nossa fome, na volta continuamos agarradinhos ouvindo música até adormecemos...



Às 06hs acordei depois de bela noite de sono, saí do quarto para ver se era possível contemplar o sol nascer, mas para minha decepção o tempo estava todo fechado... voltamos para a cama e esperei Ricardo acordar...
 Às 08hs, descemos e tomamos um belo café da manhã de frente ao Titicaca, estava delicioso, havia vitamina de laranja com banana e ovos mexidos. Enquanto comíamos, um boliviano nos ofereceu passagem para Copacabana Às 10hs, só que o porto era diferente do que tem a escadaria inca, ele nos informou os horários de barco, que eram Às 10:30 e 16hs, eu estava crente que eram 13:30 , como já eram quase 09hs, nos apressamos e descemos rumo ao porto, chegamos cedo , a escadaria não é lá aquelas coisas, mas rendeu uma bela foto...


Como chegamos cedo, aproveitamos para tirar fotos com um barco de totora que estava ali perto.



Às 10:30 saímos, o barco estava lotado de turistas e muita bagagem, viemos espremidos, o lago estava bastante agitado, Ricardo tomou um dramim para evitar náuseas.
A travessia foi tranqüila, chegamos no hotel e pegamos um quarto no último piso, só que não tinha acesso à internet no quarto... tomamos um belo banho e saímos para comprar comida e nossas passagens para Puno e Cusco.
Resolvemos aproveitar os bons preços de hospedagem em Copacabana e mais quatro noites para curtir as compras e a cidade, depois seguiríamos à Puno, faríamos o passeio às ilhas de Urus e viajaríamos à noite para Cusco (180 bolivianos tudo, companhia Titicaca)...
No dia seguinte, esperamos ônibus no local determinado preenchemos os papéis de imigração, subimos no ônibus que estava vazio, haviam apenas 8 pessoas.
Após 20 minutos chegamos na fronteira, descemos e carimbamos nossos passaportes, caminhamos uns 200 metros e chegamos na aduana do Peru,




Ali também carimbamos o passaporte e cambiei 100 bolivianos (devia ter cambiado tudo, pois ali pagam muito mais pelos bolivianos que em Cusco)
Subimos e seguimos viagem no lado peruano, fazia mais frio ali e havia algum vestígio de neve no campo, a sujeira era a mesma da Bolívia, ficamos decepcionados e Ricardo ainda se estressou um pouquinho por um lugar tão bonito estar tão sujo...
Seguimos viagem sempre margeando o lago Titicaca, comemos uma batatinha e suco e às 11hs do horário peruano chegamos em Puno, descemos nossas bagagens e levamos à empresa de ônibus, trocamos nossos tickts e seguimos às 12hs para o passeio às ilhas flutuantes de Uros, tomamos um taxi que nos levou ao porto, descemos e caminhamos um pouco até chegar ao cais, o barco estava preso e havia dois outros ao lado, foi muito legal como tiraram o barco, empurraram os outros dois e saiu, o barco era melhor que o de Copacabana,






Subimos e seguimos às ilhas, estávamos esperando uma ilhazinha e em 30 minutos de navegação, fomos surpreendidos por uma cidade inteira de ilhas...



Urus é uma municipalidade, tem prefeitura, escola, hospital, enfim, uma cidade, as ilhas são como os bairros, são 75 no total, constituídas sempre por famílias inteiras que constroem suas pequenas casas e sobrevivem do turismo, 



descemos e tivemos uma bela aula de história com o capitão do barco,



Logo depois fomos conhecer as casas, entramos e uma nativa me deu suas roupas para colocar, Ricardo adorou o look, eu nem tanto... hehehe, depois dei uma gorjeta para ela e tiramos algumas fotos,



Os nativos foram muito receptivos e amáveis, afinal, eles dependem do que vendem, fazem um trabalho excepcional, mas como não havia cambiado soles suficiente, não compramos nada, "somente sacamos fotos" 



fizemos um pequeno passeio de 20 minutos em uma embarcação típica, que custou 5 soles por pessoa.




 Fomos levados à uma outra ilha que havia um restaurante, dois casais resolveram almoçar e tivemos um tempo livre, na verdade não há muito o que fazer, mas foi incrível conhecer esse modo de vida desses nativos que têm uma tradição de mais de 400 anos, afinal, qual a chance de se estar em uma cidade flutuante de palha... adoramos o passeio.
Às 15:30 estávamos em Puno, como nosso tour estava incluso transporte, pedimos para nos deixarem no centro que estava à 6 quadras do porto (uma dica, não fechem o passeio em Copacabana ou com agências, no porto vendem passagem à 10 soles, e a entrada para ilha é de 5 soles, sai mais barato fazer por conta, outro grande erro foi termos comprado passagem para Cusco, saiu mais 3 vezes mais caro e ainda escolheram a companhia mais popular...  um ônibus de Puno à Cusco custa 20 soles... ARREPENDIMENTO).
Paramos na praça e procuramos um lugar para comer, o mais econômico que encontramos foi um menu do dia (claro que foi todo trocado) por 9 soles, era pouca comida e pedimos uma porção de batata fita para interar... comemos e ficamos um tempo no restaurante, logo seguimos nosso caminha passeando pela cidade, papeamos bastante e lembrei o tempo de infância contando minhas travessuras para Ricardo... paramos no orla e ficamos observando uns garotos jogar vôlei, começou a chover e seguimos para o terminal, assistimos alguns episódios de Chaves no computador para nos distrair enquanto esperávamos o ônibus que sairia às 21hs.
Eu estava muito cansada e faltando 30 minutos para saída do ônibus, fomos retirar as mochilas e não havia ninguém para nos receber, fiquei estressada e esperamos 15 minutos, como o ônibus já estava estacionado, chamei um policial que estava no terminal e expliquei a situação, ele prontamente imobilizou algumas pessoas e em 5 minutos o atendente chegou, nos deu as mochilas com a cara fechada... agradecemos e fomos tomar o ônibus, eu já sabia que era ruim então não me decepcionei... subimos e estava muito lotado, estávamos muito cansados e dormimos...
A Viagem até que foi tranqüila, dormimos quase todo o trajeto, acordamos 1:30 hs com uns policiais revistando o ônibus, aproveitei e fui ao banheiro, no corredor havia pessoas sentadas e algumas crianças deitadas dormindo, tive que ser ninja para chegar no banheiro sem atropelar ninguém J
 Às 4hs chegamos em Cusco descemos e fomos para dentro do terminal, que estava lotado de pessoas dormindo no chão, nas cadeiras etc... sentamos e fomos ao banheiro, enquanto estava pesquisando passagens para La Paz e Lima, vi uma senhora oferecendo hostel para um casal, aproveitei a deixa e perguntei para nós, consegui um desconto e ela disse que não cobraria hoje (já que eram 5 hs da manhã), tomamos um taxi por 10 soles (mais caro pelo horário) e seguimos para o hotel que era muito legal, o quarto muito arrumado, enfim adoramos, quem quiser se hospedar em Cusco super indico, barato, e pertinho da praça central...

SAMANAPATA HOSTEL
Rua Siete Angelitos, 643 (são 3 endereços diferentes no site, fiquei nesse e gostei muito – se negociar o preço direto com eles sai mais barato)
Telefone – 51-84236606
É isso ai, logo postaremos TUDO SOBRE CUSCO e MACHUPICHU!!

Haribol!!!


Nenhum comentário: